Colocar outra pessoa no seu empréstimo pode baixar a taxa, mas também cria um compromisso que dura anos. Antes de convidar o cônjuge, um familiar ou um sócio, vale olhar o quadro completo: o que vocês ganham e o que cada um passa a arriscar.
Os prós de pedir com co-solicitante
| Renda somada | A parcela passa a pesar menos na renda total. Com folga abaixo do limite de 40% do Lietuvos bankas, o pedido parece menos arriscado e pode receber uma taxa melhor. |
|---|---|
| Histórico reforçado | Se o co-solicitante tem bom histórico na Creditinfo e emprego estável, ele compensa um ponto fraco seu (pouco tempo de trabalho, renda variável). |
| Limite maior | Alguns bancos liberam mais a dois. Na Citadele, por exemplo, o teto sobe de €25.000 para €30.000. |
| Prazo mais curto | Com mais renda, dá para escolher menos meses, e prazo curto quase sempre significa menos juros pagos. |
Os contras que pouca gente lê
1. Os dois devem tudo. Co-solicitante (bendraskolis) não é ajudante: ele assina como devedor e responde pelo valor total. Se um parar de pagar, o banco pode cobrar a parcela inteira do outro.
2. O atraso mancha os dois nomes. Um atraso fica registrado no histórico de ambos e pode atrapalhar outros créditos, como um financiamento de casa, por muito tempo.
3. A dívida entra na conta do outro. Enquanto o contrato existir, ele também aparece nas obrigações do co-solicitante e reduz quanto ele consegue pedir sozinho no futuro.
4. Separação não encerra o contrato. Se o casal se separa ou a amizade acaba, o banco continua com os mesmos devedores. Sair do contrato depende de acordo com o banco e de refinanciamento.
5. Um co-solicitante fraco atrapalha. Se a outra pessoa tem dívidas altas, atrasos ou renda instável, o pedido conjunto pode receber uma taxa pior, ou até ser recusado.
Co-solicitante ou fiador?
Não são a mesma coisa. O co-solicitante pede o crédito junto e tem a renda somada na análise, por isso pode influenciar a taxa. O fiador (laiduotojas) só garante o pagamento se você falhar; ele raramente entra no cálculo da renda e, nos créditos ao consumo, é bem menos comum. Se o objetivo é baixar a taxa, o co-solicitante é o caminho que costuma fazer diferença.
Faz sentido para você se…
| Vale considerar | A outra pessoa tem renda registrada (Sodra/VMI), poucas dívidas e histórico limpo; vocês dividem a mesma finalidade (reforma, carro da família); a parcela cabe mesmo se só um continuar trabalhando. |
|---|---|
| Melhor evitar | A pessoa tem atrasos ou muitas dívidas; o crédito é só para você; a relação é recente ou instável; a parcela só cabe com as duas rendas no limite. |
Se o seu caso está do lado do “vale considerar”, o próximo passo é provar com números que o pedido a dois sai mais barato. É o que mostramos a seguir.
Conteúdo informativo. O Informa Notícia é um site independente e não é banco nem intermediário de crédito. A aprovação de qualquer empréstimo depende da análise de crédito da instituição. Antes de contratar, compare o custo total (BVKKMN) e avalie se a parcela cabe no seu orçamento.

Redator especializado em finanças, crédito e educação financeira, com foco em transformar temas complexos em informações claras, úteis e confiáveis.
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